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COLUMBÓFILIA

PÁGINA DE JOSÉ CARLOS ALMEIDA ROSA, DEDICADA À COLUMBÓFILIA !!! PROMOÇÃO E DIVULGAÇÃO DO DESPORTO COLUMBÓFILO !!!

COLUMBÓFILIA

PÁGINA DE JOSÉ CARLOS ALMEIDA ROSA, DEDICADA À COLUMBÓFILIA !!! PROMOÇÃO E DIVULGAÇÃO DO DESPORTO COLUMBÓFILO !!!

SEXO FEMENINO ADERE AO DESPORTO COLUMBÓFILO !!!

Modalidade está a ganhar cada vez mais adeptos

Mulheres integram ‘mundo’ masculino

Como incentivo à integração das mulheres na prática columbófila, algumas colectividades e associações têm adoptado algumas medidas, de modo a atrair o sexo feminino para a modalidade. Aliás, por detrás de um homem columbófilo está sempre uma mulher, que assume um papel preponderante na preparação de todos os pormenores.


Patrícia Santos

A columbofilia é a arte de criar pombos-correio, com fins desportivos. O fundamento desta modalidade baseia-se na capacidade, inata, que estas aves possuem em voltar ao seu pombal, quando postas em liberdade, a grandes distâncias do mesmo. Contudo, há que ter consciência de que a columbofilia é, acima de tudo, um acto que envolve sentimentos. De facto, o pombo-correio passa a ser um companheiro, um amigo, que necessita de ser entendido, acarinhado e cuidado diariamente.
A jovem Carla Sofia Moreira, com apenas 16 anos, divide a seu dia-a-dia entre a escola e a prática columbófila. O gosto pela criação de pombos-correio vem desde muito cedo, pois o seu pai foi criador e treinador deste tipo de aves, que surpreendem pela sua manifesta capacidade de orientação. “O que mais me seduz é o facto do pombo ser um animal tão pequeno e, apesar disso, conseguir regressar a casa, depois de ter sido largado a vários quilómetros de distância”, disse a jovem, afirmando, orgulhosa, que distingue todos os pombos que se encontram no seu pombal.

Mulheres começam
a ganhar posição
É com muito rigor que Carla Sofia trata dos seus pombos. Para além de os treinar para se transformarem em aves competitivas, esta jovem encarrega-se de todos os pormenores, respeitantes com a alimentação e medicação. Quando está em período de aulas, conta com a ajuda preciosa do seu avô. Infelizmente, ainda não conseguiu assistir a uma largada de pombos, mas é esta jovem que vai enjaular as aves para, logo de seguida, os membros da Sociedade Columbófila de Travanca as transportarem para o local destinado a mais uma prova.
Esta ideia de organizar um campeonato feminino partiu de Américo Almeida, presidente da Associação Columbófila de Cucujães.
Este tem como principal intuito sensibilizar as mulheres para esta modalidade, esperando que, futuramente, consiga causar mais impacto na sociedade.

Desporto caseiro e bonito
Fátima Almeida e Rosa Pinho, da Sociedade Cucujanense, ressalvaram que a columbofilia “é um desporto bonito e caseiro”, com largas tradições nas suas famílias. Estas mulheres ajudam, diariamente, nas tarefas que permitem manter os pombos capazes de entrar em competição.
Américo Almeida salientou que a Sociedade Columbófila de Cucujães ainda não pensou em profissionalizar este concurso de mulheres, no entanto constitui “uma porta aberta” para que as gerações vindouras consigam enveredar por este desporto.
“Na vila de Cucujães, as associações têm tendência a fechar”, advertiu o presidente, salientando que, “desta forma, pretendem incentivar as senhoras para diversas práticas desportivas”.

Capacidade de orientação ainda desconhecida
A aprendizagem do pombo-correio começa a partir do seu nascimento e tem como principais objectivos: promover a ligação ao pombal e proporcionar a preparação para que, quando solto, regresse ao seu pombal com rapidez e segurança.
Rosalina Rodrigues da Costa já lida com pombos há mais de 15 anos e, de facto, estas aves conhecem a voz que quem as trata com toda a tenção necessária. A paixão pela criação de pombos vem do seu filho, o campeão Danilo Resende. No sentido de o ajudar, Rosalina Rodrigues da Costa prepara toda a alimentação e, durante a tarde, vai abrindo a gaiola das aves, de acordo com um horário estipulado, para que estas voem livremente. “Nunca fui ver uma largada”, disse a aficionada, lembrando que esta iniciativa é benéfica para chamar as mulheres à prática columbófila, mas “não vai ser fácil”.
Os pombos-correio são transportados, então, a grandes distâncias e quando soltos retornam, invariavelmente, ao seu pombal de origem. As hipóteses mais aceites para explicar este fenómeno são as que consideram a conjugação de vários factores: a posição do sol, o campo magnético terrestre, o olfacto e a memória espacial. Esta capacidade de orientação permanece ainda pouco conhecida pelos cientistas.
2637321/02 - VENCEDORA DISTRITAL VISEU II (2004) A.C.D.FARO ENTRE 3976 POMBOS - STEVEN, CÁTIA & JOSÉ CARLOS - BI-CAMPEÕES DISTRITAIS VELOCIDADE E MEIO-FUNDO A.C.D.FARO (2003 + 2004) - Foto : JOSÉ CARLOS
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